
" Aumento do número de leitos, de equipes do programa Saúde da Família, de equipamentos hospitalares e mais atenção aos ribeirinhos". Está foi a mensagem de capa publicada no informativo Notícias do Governo Popular.
As informações encontradas no informativo eram as mais variadas possíveis,mas todas apresentavam um ponto em comum: Divulgavam obras Governo do Estado da forma mais positiva possível.
Os dados expostos sobre os avanços alcançados até que me pareceram verdadeiros e de certa forma me trouxeram um ar de esperança por acreditar que nem tudo estivesse perdido.
Já diz o ditado: Alegria de pobre dura pouco.
Para minha maior surpresa ao terminar de ler o informativo choquei-me com o noticiário da TV: Menina de 3 anos vinda do interior na companhia da avó busca por socorro e é enviada a mais de cinco hospitais por falta de condições de atendimento. O caso só obteve solução quando a família da criança teve a iniciativa de procurar a ajuda da imprensa.
Termino o relato de minha indignação deixando a vocês um questionamento: Imagine quantos repórteres seriam necessários para resolver casos como este? Deveriam agora existir mais grupos de reportagens do que médicos para cuidar dos doentes? E os jornalistas passariam a estudar o corpo humano ao inves da lingua portuguesa?

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