
O surgimento da escrita que inaugurou uma nova fase na história humana fez com que as narrativas orais feitas comumente por pessoas mais velhas na antiguidade acabasse por perder espaço no contexto social.
A capacidade de evolução do homem o fez produzir novos aparatos técnicos para sua sobrevivência. O modo como lemos e escrevemos na cultura digital: A chamada literacia mediática que é definida como sendo a capacidade de consultar, compreender, apreciar com sentido crítico e criar conteúdos nos meios de comunicação social é uma dessas formas.
Ela é indispensável para o desenvolvimento de uma cidadania plena pricipalmente por que oferece aos cidadãos a possibilidade de apreenderem a dimensão cultural e económica de todos os tipos de mídia ligados às tecnologias digitais (televisão, cinema, vídeo, sítios Web, rádio, jogos vídeo e comunidades virtuais).
A conexão dos atores da comunicação numa mesma rede criou uma relação totalmente nova com os conceitos de contexto, espaço e temporalidade. O que deu origem ao que chamamos de cibercultura:forma sociocultural que advém de uma relação de trocas entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base micro-eletrônicas surgidas na década de 70, graças à convergência das telecomunicações com a informática, sendo este, um termo utilizado na definição dos agenciamentos sociais das comunidades no espaço eletrônico virtual.
O mundo está em constante evolução e aquele que não evoluir junto ficará a merce de todo processo social. Talvez as histórias que encantavam e formavam opiniões fossem de fundamental importância para preservação de crenças e valores mas, hoje, o “ser educado” é aquele que melhor domina os instrumentos simbólicos do poder, o aparato de maior prestígio: as tecnologias.
Domine “esse mundo” e não permita que ocorra o contrário.

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