segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Os pequenos livros

As fortes cores da bandeira francesa que decoravam o Hangar Centro de Convenções e o grande movimento de pessoas que se esbarravam umas com as outras por falta de espaço e em busca de uma melhor aproximação com os mais variados tipos de livro foram aspectos marcantes da XIII Feira Pan-Amazônica do Livro.
As pessoas transmitiam no olhar um desejo por algo novo, buscavam o diferente e os estandes que foram ampliados para 176 unidades abrigavam os mais variados tipos e tamanhos de livros, revistas, enciclopédias, dicionários, entre outros itens com a intenção de satisfazer este publico.
O estande dos menores livros do mundo era digno de admiração entre os que ali passavam. Entre os clássicos, os religiosos, os infantis e até mesmo os de poema do famoso Fernando Pessoa estavam à dúvida dos compradores por qual livro levar.
“Quero que minha filha aprenda a ler acho que vai ser fácil com este livro” alegou Dona Joanna Silva ao comprar um destes. Os livros que são produzidos no Peru variam entre sete e nove reais e são vendidos em mais de vinte países do globo nas principais feiras.
A principal diferença entre os livros comuns está no tamanho e no acabamento, mas a história é sempre a mesma afirma o representante peruano Elias Avilio. Trabalhando na área há três anos o representante peruano acrescenta: “Ainda não li todos os livros, mas procuro conhecer um pouco de cada história para saber o que indicar a meu cliente”.
As mulheres entre 25 e 30 anos compõem o perfil do público que mais adquire estes tipos de livro. “Eles são fascinantes, cabem na palma de minha mão e posso levá-los tranquilamente em minha bolsa” declara com entusiasmo Maria Lizete Bassalo que antes de ir embora comprou livros para todos os filhos.

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